segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

SOCIOLOGIA ENSINO MÉDIO - ANTROPOLOGIA DA CULTURA

SEGUE ABAIXO O LINK DO ARTIGO "NATUREZA E CULTURA", DA REVISTA "ANTROPOS"

SOBRE A ORIGEM DA CULTURA:

http://revista.antropos.com.br/downloads/dez2009/Artigo%203%20-%20Natureza%20e%20Cultura%20-%20Claude%20L%E9vi-Strauss.pdf

6º ANO RELIGIÃO - TRADUÇÕES DA BÍBLIA (PESQUISA)

TRADUÇÕES DA BÍBLIA PELO MUNDO

O Relatório Mundial de Tradução de Escrituras, publicado pelas Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) informou que até 31 de dezembro de 2012 já foram registradas publicações do texto bíblico em 2.544 diferentes línguas: 1.249 Novos Testamentos, 810 porções bíblicas e 485 Bíblias completas. Em 2012, foram publicadas 27 edições inéditas do texto bíblico, entre as quais 15 edições do Novo Testamento em idiomas como o Balanta (Senegal) e o Paranan (Filipinas) e no dialeto Mardini (Turquia).

As Sociedades Bíblicas de todos os países, bem como outras organizações dedicadas à tradução bíblica, vêm trabalhando em parceria com instituições missionárias e tradutores para produzir, a cada ano, Escrituras em idiomas de todos os continentes. Dessa forma, cumprem a missão de ampliar cada vez mais o acesso ao texto bíblico.

A maior quantidade de traduções, com 745 idiomas, foi destinada ao continente africano, seguido pelo asiático, com 619 e pela Oceania (Austrália, Nova Zelândia e Ilhas do Pacífico), com 449 idiomas. Nas Américas, já foram realizadas 516 traduções e na Europa outras 212. Existem ainda três publicações em idiomas construídos, como, por exemplo, o esperanto. [...]

[...] Entre as traduções bíblicas inéditas, no biênio 2011/2012, destacam-se oito publicações do Novo Testamento para países do continente africano, como Senegal, Gana, Burkina Faso e Nigéria. Também está entre as publicações em línguas traduzidas pela primeira vez o Novo Testamento em Bacairi, do Brasil.

“Existem cerca de 7 mil línguas no mundo e, portanto, ainda é grande o número de pessoas sem acesso à mensagem bíblica na língua que lhes fala ao coração. Alcançar todos os povos é o nosso desafio, porém agradecemos a Deus por permitir que os esforços para traduzir a mensagem bíblica já tenham apresentado tão bons resultados”, avalia Erní Seibert, secretário de Comunicação e Ação Social da SBB e responsável pela elaboração do documento.

Fonte: http://www.ultimato.com.br/conteudo/a-biblia-ja-pode-ser-lida-em-2-544-idiomas

TRADUÇÕES DA BÍBLIA - A BÍBLIA EM PORTUGUÊS

A primeira tradução completa da Bíblia é obra de João Ferreira de Almeida (1628-1691), já no final do século XVII. Este português terá nascido em Torre de Tavares, no concelho de Mangualde (distrito de Viseu), mas cedo emigrou (com apenas 14 anos de idade) tendo o seu aventureirismo levado o jovem Almeida à Holanda, primeiro, e depois ao Extremo Oriente, passando por Batávia (actual Jacarta, capital da Indonésia) a caminho de Malaca. Foi neste percurso inicial que tomou contacto com a Fé Reformada, o que mais tarde fez dele o primeiro pastor protestante português. 

A tradução de Almeida, embora com vestígios de versões bíblicas já existentes à época (castelhano, francês, italiano e mesmo alemão ou inglês), não se afastou muito do texto latino de São Jerónimo, provavelmente por ser esta a língua que Almeida melhor conhecia e, deste modo, facilitar a urgência da tradução em vernáculo português, certamente o principal objectivo do autor. Almeida traduziu todos os livros do Novo Testamento e a morte surpreendeu-o ainda antes de completar o Antigo Testamento, não tendo ido além de Ezequiel 48:21. A tradução de toda a Bíblia só ficou completa depois da intervenção dos missionários holandeses, colegas de Almeida, que se encarregaram da tradução do restante do livro de Ezequiel e dos livros de Daniel a Malaquias. Destaque particular deve ser dado a Jacobus op den Akker que trabalhou afincadamente após a morte de Almeida para que a tradução ficasse completa. Assim, a primeira tradução completa da Bíblia em português (de João Ferreira de Almeida) só acabaria de ser publicada em 1753, apesar de Almeida ter falecido 62 anos antes. O Antigo Testamento foi publicado em dois tomos: o primeiro em 1748 e o segundo em 1753. 

Apesar da reconhecida dependência do latim no processo da sua tradução, Almeida conhecia o hebraico e o grego, pelo que terá usado os manuscritos dessas línguas. Para a tradução do Novo Testamento utilizou o Textus Receptus, que representa os manuscritos do grupo bizantino, possivelmente o mais fraco dentre todos os manuscritos gregos. A tradução foi feita, como era corrente na época, pelo método da equivalência sintáctica, que subordinava o conteúdo à forma, mas o texto resultou numa prosa elegante cujo vocabulário "revela profundos conhecimentos não só de hebraico e de grego mas também de latim e das culturas afectas a esses idiomas", segundo João Soares Carvalho. As várias reedições do texto de Almeida até à actualidade modificaram-no consideravelmente e desde o século XIX esta é a tradução mais divulgada entre os protestantes portugueses e brasileiros. 

Mais tarde surge, publicada no território português, a tradução do padre oratoriano António Pereira de Figueiredo (1725-1797), publicada em 23 volumes (6 para o Novo Testamento e 17 para o Antigo Testamento) entre 1778 e 1790. Esta tradução teve como base a Vulgata Latina e trata-se de uma versão de grande valor literário e filológico, não fosse Figueiredo autor do Novo método de gramática latina adoptado em Portugal de 1759 a 1834. As notas exegéticas desta versão mereceram condenação eclesiástica na época da primeira edição, tal como outras obras do autor. A tradução de Figueiredo viria a ser revista em 1804-1805 e mais tarde em 1819. Poucas são as edições conhecidas desta Bíblia nos nossos dias, apesar de há alguns anos atrás ter sido feita uma revisão do texto do Novo Testamento por um grupo de padres jesuítas no norte do país. 

O comerciante de Hamburgo, Pedro Rahmeyer, que residiu em Lisboa durante 30 anos, também terá traduzido a Bíblia em meados do século XVIII. O respectivo manuscrito, embora não na totalidade, encontra-se na Biblioteca do Senado de Hamburgo, na Alemanha. Entre 1777 e 1778, Francisco de Jesus Maria Sarmento faz publicar a sua tradução parafraseada a que chamou História Evangélica (relativamente ao Novo Testamento) e entre 1778 e 1785 sai, com as mesmas características a História bíblica e doutrina moral da religião catholica extrahida dos livros santos do Antigo Testamento. No total terão sido editados 56 volumes (44 para o Antigo Testamento, 11 para o Novo Testamento e 1 volume adicional). Outras traduções realizadas em Portugal incluem os quatro Evangelhos, traduzidos pelo padre jesuíta Luiz Brandão e, no início do século XIX, os evangelhos de Mateus e Marcos pelo padre António Ribeiro dos Santos (1745-1818). Já no século XX surge a tradução de Matos Soares, também padre católico que foi efectuada a partir dos textos em latim da Vulgata, com grande aceitação dos católicos portugueses. Esta tradução foi publicada em vários volumes entre 1933 e 1934, embora hoje em dia esteja fora de edição.

FONTE: http://www.sociedade-biblica.pt/canais_pagina.php?id_canais_new=3&id_canais_menu_new=9&id_canais_menu_sub_new=41&id_canais_menu_sub2_new=25


AS DIVISÕES DA BÍBLIA:



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

8º ANO - ÍCARO: PESQUISA

ÍCARO

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Na mitologia grega, Ícaro era filho de Dédalo, um dos homens mais criativos e habilidosos de Atenas, conhecido por suas invenções e pela perfeição de seus trabalhos manuais, simbolizando a engenhosidade humana.

Um de seus maiores feitos foi o Labirinto, construído a pedido do rei Minos, de Creta, para aprisionar o Minotauro. Por ter ajudado a filha de Minos a fugir com um amante, Dédalo provocou a ira do rei que, como punição, ordenou que ele e seu filho Ícaro fossem jogados no Labirinto.

Dédalo sabia que a sua prisão era intransponível, e que Minos controlava mar e terra, sendo impossível escapar por estes meios. "Minos controla a terra e o mar", disse Dédalo, "mas não o ar. Tentarei este meio".

Dédalo projetou asas, juntando penas de aves de vários tamanhos, amarrando-as com fios e fixando-as com cera, para que não se descolassem. Foi moldando com as mãos, de forma que estas asas se tornassem perfeitas como as das aves.

Estando o trabalho pronto, o artista, agitando suas asas, se viu suspenso no ar. Equipou Ícaro e o ensinou a voar. Então, antes do vôo final, advertiu seu filho de que deveriam voar a uma altura média, nem tão próximo do sol, para que o calor não derretesse a cera que colava as penas, nem tão baixo, que o mar pudesse molhá-las. 

Eles primeiramente se sentiram como deuses que haviam dominado o elemento ar. Ícaro deslumbrou-se com a bela imagem do sol e, sentindo-se atraído, voou em sua direção, esquecendo-se das orientações de seu pai. A cera de suas asas começou rapidamente a derreter e logo Ícaro caiu no mar.

Quando Dédalo percebeu que seu filho não o acompanhava mais, gritou:

"Ícaro, Ícaro, onde você está?".

Logo depois, viu as penas das asas flutuando no mar. Lamentando suas próprias habilidades, chegou seguro à Sicília, onde enterrou o corpo e chamou o local de Icaria em memória de seu filho.

FONTE: http://www.sabercultural.com/template/obrasCelebres/Icaro.html

BAIXE TAMBÉM EM PDF ESSE ARTIGO PARA PESQUISA: http://www.revistacontemporanea.org.br/site/wp-content/artigos/artigo54.pdf

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

FILOSOFIA 7 ANO - AULA 1 - CLASSIFICANDO ITENS

CLASSIFIQUE OS ITENS DA IMAGEM ABAIXO EM CATEGORIAS CRIADAS POR VOCÊ. DEPOIS, LISTE OS ITENS DENTRO DE CADA CATEGORIA NOS QUADROS ABAIXO.